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Empenhados em fazer Educação de Infância… à distância.

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Repetimos o cenário. Voltamos a agir à distância, tal como fizemos há um ano atrás. O que corrigimos?  O que mudamos?  Ao que nos desafiamos desde então? Mais uma vez voltamos a estar em frente ao computador para criar dinâmicas, sugestões, atividades pensadas (o que lhe queiram chamar), unicamente e exclusivamente, ou então não, para o grupo que temos à nossa responsabilidade. O desafio é enorme, mas mais do que carregarmos emails com as ditas propostas, torna-se urgente refletir no que estamos a fazer e na forma como estamos a chegar às famílias. Presencialmente, afirmamos: a nossa prioridade recai sobre o superior interesse das crianças. Presencialmente, afirmamos: a nossa prioridade é permitir que eles construam relações, que vivam os afetos e aprendam a lidar com eles. Sabendo que, neste momento, não estamos em formato presencial, esquecemo-nos destas premissas que definimos para a Educação de Infância.  Substituímos as relações e os afetos por folhas, por ...

Ser educador de infância/professor que inspira os seus alunos

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O tempo que se avizinha é, em tudo, semelhante ao que já vivemos no ano passado. O teletrabalho ganha, novamente, maior força. As famílias passam mais horas juntas e passam a partilhar o mesmo espaço durante mais tempo. As crianças, mais dependentes, permanecem junto dos seus cuidadores, dos pais, com a necessidade de maior atenção. Os níveis de stress aumenta nos pais, por não conseguirem realizar o seu trabalho como deveriam. As crianças ficam demasiado ansiosas, as chamadas de atenção tornam-se constantes e as birras mais frequentes. Torna-se o reviver de um cenário e de um guião que parece que já foi escrito e que nos limitamos a repeti-lo. As escolas fecharam e mesmo à distância, há laços que não se podem perder, há relações que não podem desvanecer. Centremo-nos no que importa, ultrapassar este cenário da melhor forma, olhando para ele de um modo positivo e com a responsabilidade merecida. Vamos olhar para a nossa responsabilidade civil como um modo de agir e não se sermos negaci...

A mãe trabalha no computador. É professora!

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  Nestes dias tudo se reinventou, reformulou, readaptou… e poderia continuar a utilizar verbos com o prefixo  re … porque de facto, foram, e são, tempos diferentes daqueles a que estamos habituados, Estamos em épocas festivas, em que a vida se transforma, se renova.  Quão próximo isto se encontra das nossa práticas...  Aquelas práticas a que estávamos aprisionados, ou até acorrentados, caíram por terra. E tudo o que este vírus nos vem mostrar, é que tínhamos de mudar as prioridades e tornar as nossas práticas, realmente, direcionadas ao que interessa, os alunos.  É um facto, bastante pertinente, que fomos capazes de nos adequar a esta “ estranha forma de vida ”, marchamos de cravos vermelhos em punho para mostrar a revolução que a educação esteve, está e estará sujeita. Esta mudança repentina e tirou-nos o chão, abanou-nos e tornou-nos pouco confiantes do  modus operanti  em que tudo iria decorrer. O computador começou a ser o nosso qua...